July 2011
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Dois ouvidos e uma boca.
Sabe quando você está em um lugar que não queria estar, com pessoas que não gosta, fazendo o que não quer, e ainda tem que dar aquele “sorriso social” para não bancar a chata da história? Pois bem, as vezes eu gostaria de ser uma bruxa, mal humorada, carrancuda, ao invés de ficar tendo que enfiar o meu descontentamento goela abaixo e sorrir. Não quero sorrir, não quero parecer que...
June 2011
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Um emaranhado só.
Solidão não significa necessariamente estar sozinho. E vice-versa.
E eu continuo repetindo para mim mesma: não é isso o que eu quero, não é isso o que eu quero, não é isso o que eu quero…Até quando?
“Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto”.
May 2011
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Cigarettes and alcohol.
Tem dias que a vida fode com a gente. Tem dias que não dá para aguentar as coisas como elas são, sem apelar para uma válvula de escape.
Então você se dá conta de que não gosta de nada do que faz, de que não tem mais tempo suficiente para os amigos e para a diversão, de que você em algum ponto se perdeu no meio desse porre de rotina. Enfim, se dá conta de que sua vida está um lixo. E nessas horas...
1º de maio.
Coincidência ou não, esta mesma data que já foi motivo para tristeza e angústia, hoje é um dia que comemoro.
Lembro muito bem daquele dia, três anos atrás. Depois de uma semana cansativa e estressante, passei o feriado estudando. Queria fazer algo diferente, relaxar, me divertir. E aquela insistência dele para sairmos que não dava trégua. Acabei cedendo, enfim. Lembro tão bem de todos os detalhes...
April 2011
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Pensamento do dia:
Pessoas que escutam Pink Floyd, gostam de ”A revolução dos bichos” e deixam de estudar para a prova para ver a namorada que não vão ver no fim de semana merecem ir para o céu.
É o seguinte:
Assim, de vez em quando, ainda penso em você. Quero saber como você está, o que tem feito, por onde anda, se está feliz. Se ela está te fazendo feliz. Fico pensando em tudo o que não fomos, em tudo o que eu queria ter vivido junto com você, em como eu já desejei ser ela. Agora nada disso faz mais sentido. Mas então, por quê? Por que não paro de uma vez por todas de pensar em você?
Talvez o que...
1, 2, 3, testando.
Porque, as vezes, é preciso confessar o inconfessável.
É por isso que eu estou aqui.